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Não peço nada de extraordinário

A-Cruz-da-Jornada

PRIMEIRO CADERNO DA MENSAGEM DO NOSSO PAI (cont.)

Quero proteger a juventude como um terno Pai. Há tanto mal no mundo! Estas pobres almas sem experiência deixam-se seduzir pelos atrativos do vício que, a pouco e pouco, as conduzem à ruína total.

Ó vós que tendes especial necessidade de alguém que vos guarde na vida para poderdes evitar o mal, vinde a Mim! Eu sou o vosso Pai que vos ama mais que qualquer criatura vos amará alguma vez! Refugiai-vos junto de Mim, confiai-Me os vossos pensamentos e os vossos desejos. Eu vos amarei ternamente. Dar-vos-ei as graças para o presente e abençoarei o vosso futuro. Podeis ter a certeza de que Eu não vos esqueço, desde os 15, 20 ou 30 anos que vos criei. Vinde! Vejo que tendes uma grande necessidade de um Pai doce e infinitamente Bom como Eu.

Eu vos amo com tanta ternura!

Eucaristia

PRIMEIRO CADERNO DA MENSAGEM DO NOSSO PAI (cont.)

Vede: neste relato estamos apenas no primeiro dia do primeiro século e Eu desejo trazê-lo até aos nossos dias: ao século XX.

Oh, como o Meu Amor de Pai foi esquecido pelos homens!

Contudo, Eu vos amo com tanta ternura! No meu Filho, quer dizer, na Pessoa do meu Filho feito Homem, o que não continuei a fazer! A Divindade, nesta Humanidade, ficou velada, pequena, pobre, humilhada. Eu levava, com o meu Filho Jesus, uma vida de sacrifício e de trabalho. Recebia as Suas orações para que o homem tivesse um caminho traçado de modo a caminhar sempre na justiça para vir em segurança até Mim!

Eu sei compreender bem a fraqueza dos meus filhos! Por isso pedi a Meu Filho para lhes dar os meios de sustentar a sua fraqueza. Tais meios ajudá-los-ão a purificar-se dos seus pecados para continuarem a ser os filhos do Meu Amor. Esses meios são, principalmente, os Sete Sacramentos e, sobretudo, o grande meio para vos salvar apesar das vossas quedas: A Cruz, o Sangue do meu Filho que, a cada instante, se derrama sobre vós, desde que o desejeis, quer pelo sacramento da Penitência, quer também pelo Santo Sacrifício da Missa.

Quem é o Messias?

Dez Mandamentos

PRIMEIRO CADERNO DA MENSAGEM DO NOSSO PAI (cont.)

Eu quis ficar sempre neste mundo, entre os homens. Durante o Dilúvio, Eu estava junto de Noé, o único Justo então. Nas outras calamidades, Eu encontrava sempre um Justo junto de quem permanecer e por seu intermédio Eu ficava entre os homens desse tempo. E foi sempre assim.

O mundo foi muitas vezes purificado da sua corrupção pela minha infinita Bondade para com a humanidade. Então, Eu continuava a escolher almas nas quais Me comprazia, para que, por elas, Eu Me pudesse comprazer nas minhas criaturas , os homens.

Eu tinha prometido ao Mundo o Messias. O que Eu fiz para preparar a sua Vinda, mostrando-Me nas figuras que O representavam, mesmo mil e dois mil anos antes da Sua Vinda! Porquê, este Messias? Quem é Ele? Donde vem? Que fará Ele na Terra? Quem é que vem representar?

Primeiro Caderno da Mensagem do nosso Pai

Imagem original por Madre Eugênia

1º de Julho de 1932 – Festa do Preciosíssimo Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo

Eis, enfim, o dia para sempre Bendito da promessa do Pai Celeste!

Hoje terminam os longos dias de preparação e sinto-me perto, muito perto, da vinda do meu Pai e do Pai de todos os homens. Alguns minutos de oração e depois que alegrias espirituais! Fui tomada de uma sede de O ver e de O ouvir.

O meu coração, todo ardente de amor, abria-se com uma confiança tão grande que eu mesma verificava que nunca tinha sido até agora tão confiante com ninguém.

O pensamento do meu Pai lançava-me numa alegria louca.

Por fim começam a ouvir-se cânticos! Vêm Anjos anunciar-me esta feliz chegada! Os seus cânticos eram tão belos que resolvi escrevê-los, logo que pudesse. Essa harmonia parou um instante e eis o cortejo dos eleitos, dos Querubins e dos Serafins, com Deus, nosso Criador e nosso Pai!

Prostrada, de face por terra, abismada no meu nada, recitei o Magnificat. Logo a seguir o Pai disse-me para me sentar e escrever o que Ele decidiu dizer aos homens.

Toda a Corte que O tinha acompanhado desapareceu. O Pai ficou sozinho comigo e antes de se sentar, disse-me:

“Já te disse e volto a dizer: não posso dar outra vez o meu Filho Bem-Amado para provar o Meu Amor pelos homens. Ora, é para os amar e para que eles conheçam este Amor que Eu venho ao seu encontro, assumindo a sua semelhança e a sua pobreza.

Vê, deponho a minha Coroa e toda a minha Glória para tomar a atitude de um homem normal!”