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PRIMEIRO CADERNO DA MENSAGEM DO NOSSO PAI (cont.) Quero proteger a juventude como um terno Pai. Há tanto mal no mundo! Estas pobres almas sem experiência deixam-se seduzir pelos atrativos do vício que, a pouco e pouco, as conduzem à ruína total. Ó vós que tendes especial necessidade de alguém que vos guarde na vida para poderdes evitar o mal, vinde a Mim! Eu sou o vosso Pai que vos ama mais que qualquer criatura vos amará alguma vez! Refugiai-vos junto de Mim, confiai-Me os vossos pensamentos e os vossos desejos. Eu vos amarei ternamente. Dar-vos-ei as graças para o presente e abençoarei o vosso futuro. Podeis ter a certeza de que Eu não vos esqueço, desde os 15, 20 ou 30 anos que vos criei. Vinde! Vejo que tendes uma grande necessidade de um Pai doce e infinitamente Bom como Eu. Sem Me deter em tantas outras coisas que seria muito a propósito dizer aqui, mas que poderei dizer mais tarde, quero agora falar especialmente às almas que Eu escolhi para Mim, Sacerdotes e Religiosos: a vós, os filhos queridos do meu Amor. Tenho grandes desígnios sobre vós! Ao Papa Antes de todos os outros, dirijo- Me a ti, meu filho, meu Vigário, para colocar nas tuas mãos esta Obra, que deveria ser a primeira de todas e que, pelo receio que o demônio inspirou ao homem, só com o tempo verá a sua concretização. Ah, Eu desejaria que tu compreendesses a extensão desta Obra , a sua grandeza, a sua amplitude, a sua profundidade, a sua altura! Desejaria que compreendesses os desejos imensos que tenho sobre a humanidade presente e futura! Se soubesses como desejo ser conhecido, amado e honrado pelos homens, com um Culto Especial! Este desejo, tenho-o em Mim desde toda a Eternidade e desde a criação do primeiro homem. Este desejo exprimi-o várias vezes aos homens, sobretudo no Antigo Testamento. Mas o homem nunca o compreendeu. Hoje, este desejo faz-Me esquecer todo o passado, desde que se cumpra agora nas minhas criaturas do mundo inteiro. Desço até à mais pobre das minhas criaturas para poder, na sua ignorância, falar-lhe e, através dela, aos homens, sem que ela se aperceba da grandeza da Obra que Eu desejaria estabelecer no meio deles! Não posso falar de Teologia com ela, teria a certeza de fracassar, ela não compreenderia. Permito que ela seja assim para que Eu possa realizar a minha Obra com a simplicidade e a inocência. Mas a ti compete pôr esta Obra em estudo e de a levar a cabo o mais depressa possível. Para ser conhecido, amado e honrado com um culto especial, não peço nada de extraordinário. Eis somente o que desejo:
Sim, será preciso tempo para se chegar a uma completa realização destes desejos que concebi sobre a humanidade e que te dei a conhecer! Mas um dia, com as orações e sacrifícios das almas generosas que se imolarão por esta Obra do Meu Amor, sim, um dia, EU serei satisfeito. Eu te abençoarei, Meu Filho Bem Amado, e te darei o cêntuplo de tudo o que fizeres pela Minha Glória.
Proibida
a divulgação impressa deste material Peça o livro A Vida para a Glória do Pai |